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O paraquat é usado para controlar uma gama enorme de ervas daninhas em todo o mundo, porém, para controlar ervas daninhas de maneira eficiente e sustentável, é importante entendê-las.
Por que uma planta se torna erva daninha? Como os diferentes tipos de ervas daninhas podem ser descritos? Que características e modos de crescimento de ervas daninhas podem ser alvos dos herbicidas para o controle bem sucedido? Por que o paraquat é uma ferramenta tão útil para agricultores?
O que são ervas daninhas?
Ervas daninhas geralmente são descritas como plantas indesejáveis. As ervas daninhas crescem em terras cultiváveis aguardando o plantio, e depois uma nova onda de germinação de ervas daninhas emerge com a lavoura.

Controla ervas daninhas
O paraquat é uma ferramenta importante no manejo de ervas daninhas. Ele controla muitas espécies e pode ser usado com a maioria das culturas. Seu modo de ação o torna especialmente valioso onde o uso intensivo do glifosato causou, ou ameaça causar, o desenvolvimento de ervas daninhas resistentes ao glifosato.

Estudo de Caso
A adoção extensiva de culturas GM tolerantes ao glifosato levou os agricultores a uma dependência exagerada do glifosato.
Embora o glifosato incentive a adoção contínua do plantio direto, com todos os benefícios para a conservação do solo que isto traz, estima-se que até três milhões de hectares no Brasil estejam infestados por ervas daninhas resistentes ao glifosato.
Todavia, um sistema de controle integrado de ervas daninhas inclui a continuação da pulverização de glifosato para o manejo, porém aplicando-se um herbicida baseado em paraquat imediatamente antes ou logo após o plantio da lavoura.
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Age rápido
O paraquat age rápido em todas as estações, não importam as condições: tempo quente, seco, úmido; início de temporada ou mais tarde.

Os legumes são essenciais para uma dieta saudável. Muitos países recomendaram o consumo de pelo menos cinco porções diárias para a saúde.
Embora o termo ‘legume’ implique origem nas partes vegetativas das plantas, como folhas, caules e raízes, algumas frutas, particularmente tomates, também são geralmente chamadas de legumes. Portanto, a classificação é culinária. Discussões sobre se os tomates são frutas ou legumes já chegaram até mesmo a serem realizadas em tribunais. Em 1893, a Suprema Corte dos EUA determinou que os tomates são frutas para fins legais, especialmente em relação às tarifas comerciais válidas na época.
Os legumes também "ficam no muro" entre agricultura e horticultura. Alguns são cultivados em escala, como, digamos, trigo ou milho, muitos são cultivados em estufas sofisticadas, enquanto todos são cultivados por pequenos agricultores e em jardins domésticos. As ervilhas e outras leguminosas têm bactérias associadas a suas raízes, que convertem o nitrogênio do ar em formas que podem ser usadas pelas plantas como nutrientes, os quais permanecem no solo para fertilizar as próximas culturas.

Da próxima vez que tomar uma boa xícara de chá para relaxar, lembre-se que essa bebida já incitou uma revolução. Em uma noite fria de dezembro de 1773, Os Filhos da Liberdade, grupo de protesto contra impostos injustos, se vestiram de Índios Mohawk e entornaram a carga de chá carregada por navios da Companhia Britânica das Índias Orientais no Porto de Boston. O Motim do Chá de Boston congregou apoios aos revolucionários nas 13 colônias e, segundo alguns dizem, iniciou a Guerra da Independência Americana.
Atualmente, a lavoura do chá está liderando outra revolução, dessa vez na agricultura.

A soja se destaca de outras grandes culturas: ao contrário das gramíneas, ela tem folhas largas; é uma leguminosa, portanto as plantas suprem suas próprias necessidades de fertilizantes nitrogenados enquanto aumentam a fertilidade da terra; os grãos de soja são ricos em óleo, proteínas e carboidratos; e a lavoura foi altamente desenvolvida por criadores de plantas e agrônomos. Isso torna a soja discutivelmente a lavoura mais versátil do mundo.
Com uma base nutricional tão ampla, os grãos de soja são um alimento básico e ração animal. Os grãos inteiros proporcionam farinha; o óleo de soja é usado no preparo de alimentos; a pasta de soja rica em proteínas que sobra após a extração do óleo é uma ração importante para rebanhos; e a proteína de soja é usada em bebidas, comida de bebê, noodles, e como substituta de carne e laticínios.
Com a alta dos preços do petróleo, não é surpresa que o interesse por combustíveis alternativos também tenha aumentado.

O milho, juntamente com o trigo e o arroz, é uma das maiores lavouras do mundo. Como sugere a onda atual ‘surpresas do milho’, ele realmente é uma ‘lavoura surpreendente’.
Geralmente, o milho é tido como uma lavoura avançada cultivada para cereais matinais, milho verde e pipoca – fast-foods da sociedade ocidental. Todavia, o milho também proporciona alimentos mais básicos para grande parte da população mundial que vive em países em desenvolvimento, onde é usado para fazer mingau, pão e tortilhas. Em todo o mundo, o grão de milho é uma ração básica na criação de animais, e a lavoura pode ser colhida ainda verde para fazer silagem, usada como ração de inverno.
Em um mundo cada vez mais consciente sobre sua dependência do petróleo e das questões de mudança climática provenientes de seu uso, há um interesse crescente na produção, a partir do amido de milho, de bioetanol como um combustível alternativo.
Talvez mais do que qualquer outra lavoura, o milho alcança extremos altos e baixos em termos de sofisticação, mecanização e tecnologia na produção agrícola.

A agricultura e a qualidade colidirão?
World Agriculture and the Environment (A Agricultura Mundial e o Meio Ambiente) é um importante livro novo que discute o temor de que o aumento da demanda por alimentos e fibras esteja em “rota de colisão” com a qualidade do solo.
Esse artigo tem duas partes. Na Parte Um, são revisados algumas das principais questões discutidas no livro. A Parte Dois explica como mais de 40 anos de pesquisa e uso prático mostraram que o controle de ervas daninhas com paraquat pode proporcionar práticas melhores e sustentáveis de manejo de lavoura para melhorar a qualidade do solo.
Parte Um: O que diz A Agricultura Mundial e o Meio Ambiente’
Em A Agricultura Mundial e o Meio Ambiente, o autor Jason Clay (vice-presidente do Centro de Conservação e Inovação do Fundo Mundial para a Natureza dos EUA – WWF) revisa a produção e o impacto ambiental de 21 das principais mercadorias alimentares do mundo.

Estudos extensivos de longo prazo confirmam — e governos e autoridades regulatórias de todo o mundo concordam — que os usos normais do paraquat de acordo com as instruções aprovadas do rótulo não causam um impacto ambiental inaceitável.
Os estudos mostraram que:
O paraquat é inativo solo
Quando resíduos de paraquat entram em contato com o solo, o ingrediente ativo do paraquat é rapidamente absorvido e se liga fortemente à terra e à matéria orgânica do solo. Ele se torna biologicamente inerte e, como resultado, não pode ser absorvido pelas raízes de plantas ou outros organismos. Os solos tratados com paraquat continuam mantendo um ecossistema ativo na terra, sem efeitos adversos sobre micróbios, microorganismos e minhocas do solo. O paraquat não pode ser liberado do solo e nem reativado pela aplicação de água ou de outros agroquímicos.
Todos os solos agrícolas, não apenas aqueles com alto teor de argila, possuem alta capacidade de absorver o paraquat.

O Sr. Prasanna Srinivasan de Nova Delhi, Índia, é um especialista renomado na área de economia, política e desenvolvimento regulatório, sua especialidade é o impacto de ameaças ambientais nos países em desenvolvimento. A Syngenta encomendou junto ao Sr. Srinivasan uma avaliação equilibrada dos benefícios e riscos dos pesticidas em geral e do paraquat em particular. O Mr. Srinivasan finalizou recentemente essa revisão, intitulada “Paraquat: Uma contribuição única à agricultura e desenvolvimento sustentável”.
Clique neste link para baixar uma cópia da revisão:
Paraquat: Uma Contribuição Única à Agricultura e Desenvolvimento Sustentável

Em todo o mundo, o uso do paraquat traz sólidos benefícios para a produção de alimentos e a agricultura sustentável; os agricultores continuam entusiasmados com o valor que ele acrescenta. Em contrapartida, alguns grupos têm causado muito estrondo com suas exigências para sua restrição ou proibição, o que levou à produção de vários relatórios contendo alegações sobre a segurança de seu uso. A Syngenta, principal fabricante, trata qualquer expressão de preocupação quanto à segurança com muita seriedade e continua a trabalhar com os organismos de autorização, acadêmicos e organizações locais para entender e melhorar o manejo seguro dos pesticidas, inclusive do paraquat. O objetivo desse artigo Outlooks on Pest Management (Panorama do Manejo de Pragas) é considerar a necessidade de uso e benefícios do paraquat assim como as questões levantadas por seus críticos e, desta forma, colocar o paraquat em perspectiva. 
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