Environment

No Brasil, o paraquat está ajudando agricultores colherem mais de cana-de-açúcar, de forma mais eficiente. A secagem rápida e profunda alcançada pelo paraquat significa colheita mais rápida, cultivo mais rentável e menos impacto ambiental.
A produção de cana-de-açúcar no Brasil dobrou na última década e a previsão é que dobre novamente na próxima1,2. Como matéria-prima de biocombustível, a cana-de-açúcar é atraente devido ao seu alto ganho de energia líquida. No entanto, seu impacto sobre o meio ambiente e oportunidades para a produção de alimentos estão sob exame minucioso.

O paraquat é um catalisador de grande potencial para uso em células de combustível que utilizam carboidratos vegetais, oferecendo energia barata, limpa e renovável. Cientistas da Brigham Young University (Utah, USA) e da NASA publicaram recentemente seu trabalho na revista científica Journal of the Electrochemical Society1.
Células de combustível podem ser fontes de energia atraentes no futuro. Elas são como baterias, mas não armazenam energia – precisam de uma fonte constante de combustível. Atualmente, um grande obstáculo é a necessidade de se usar metais catalisadores muito caros e preciosos, como a platina. Células de combustível usam hidrogênio como combustível receberam grande atenção. Sua única emissão é água pura. A energia vem de capturar elétrons do hidrogênio e usá-los como corrente elétrica antes de devolvê-los para reagir com os prótons livres e oxigênio para formar água. Empresas como a General Motors estão na vanguarda dessa tecnologia.

Paraquat e agricultura sustentável, por Richard H. Bromilow
Em seu artigo, “Paraquat e agricultura sustentável”, o autor Richard H. Bromilow estuda o papel desempenhado pelo paraquat no suporte à agricultura sustentável em todo o mundo.
Resumo: A agricultura sustentável é essencial para a sobrevivência do homem, principalmente considerando o rápido crescimento da população. A expansão da agricultura para as áreas de vegetação natural remanescentes é indesejável, pois reduziria a biodiversidade do planeta. Assim, a manutenção ou até o aumento da produção das lavouras nas terras cultivadas existentes, seja por pequenos agricultores ou em grandes propriedades, é necessária.
Em muitos casos, um dos fatores limitantes é o controle de ervas daninhas; o controle biológico de ervas daninhas geralmente é de uso limitado e o controle mecânico é difícil, se feito com maquinário, ou muito laborioso, se manual. Portanto, o uso de herbicidas se tornou muito importante.

Reduz a erosão do solo
Ao matar as ervas daninhas enquanto mantém as raízes no lugar, paraquat estabiliza o solo.

Estudo de Caso
No projeto Sagip-Lupa, com duração de cinco anos nas Filipinas, os pesquisadores vêm colaborando no estudo de abordagens para reduzir a grave ameaça que erosão do solo representa para a produção de alimentos e o meio ambiente.
Nos três campos experimentais, uma média de mais de 100 toneladas/ha da camada superior do solo foi perdida a cada ano pela atividade agrícola na forma tradicional. As grandes economias da preciosa camada superficial do solo quando de usa paraquat com plantio direto são todas estatisticamente significantes.
A produtividade das lavouras também foi beneficiada.
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Aumenta a matéria orgânica do solo
O uso do paraquat, combinado ao menor preparo do solo, contribui para a preservação da matéria orgânica.

Controla ervas daninhas
O paraquat é uma ferramenta importante no manejo de ervas daninhas. Ele controla muitas espécies e pode ser usado com a maioria das culturas. Seu modo de ação o torna especialmente valioso onde o uso intensivo do glifosato causou, ou ameaça causar, o desenvolvimento de ervas daninhas resistentes ao glifosato.

Estudo de Caso
A adoção extensiva de culturas GM tolerantes ao glifosato levou os agricultores a uma dependência exagerada do glifosato.
Embora o glifosato incentive a adoção contínua do plantio direto, com todos os benefícios para a conservação do solo que isto traz, estima-se que até três milhões de hectares no Brasil estejam infestados por ervas daninhas resistentes ao glifosato.
Todavia, um sistema de controle integrado de ervas daninhas inclui a continuação da pulverização de glifosato para o manejo, porém aplicando-se um herbicida baseado em paraquat imediatamente antes ou logo após o plantio da lavoura.
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Age rápido
O paraquat age rápido em todas as estações, não importam as condições: tempo quente, seco, úmido; início de temporada ou mais tarde.

O paraquat causou uma revolução no preparo do solo, que teve profundos efeitos econômicos, sociais e agronômicos em todo o mundo.
As propriedades herbicidas do paraquat foram descobertas pela ICI (uma precursora da Syngenta) em 1955, e ele foi introduzido nos mercados mundiais em 1962 sob a marca registrada GRAMOXONE®. O paraquat foi rapidamente aceito como ferramenta para controle de ervas daninhas em lavouras de fileiras de plantas emergidas e lavouras de árvores. Todavia, foi a constatação de que o paraquat podia substituir a aragem, processo laborioso e demorado, que, nas décadas de 1960 e 1970, levou à expansão das pesquisas no mundo todo, numa escala sem precedentes para uma única substância química agrícola e a uma revolução na agricultura.
Por que o paraquat é um produto tão incomparável e por que é tão valioso para agricultores? Antes de responder, é preciso considerar a importância das ervas daninhas.
As ervas daninhas existem desde que o homem pratica a agricultura. Ervas daninhas atrapalham o plantio de uma lavoura e, depois que a mesma emerge, continuam a competir por água, luz, nutrientes e espaço.

A agricultura e a qualidade colidirão?
World Agriculture and the Environment (A Agricultura Mundial e o Meio Ambiente) é um importante livro novo que discute o temor de que o aumento da demanda por alimentos e fibras esteja em “rota de colisão” com a qualidade do solo.
Esse artigo tem duas partes. Na Parte Um, são revisados algumas das principais questões discutidas no livro. A Parte Dois explica como mais de 40 anos de pesquisa e uso prático mostraram que o controle de ervas daninhas com paraquat pode proporcionar práticas melhores e sustentáveis de manejo de lavoura para melhorar a qualidade do solo.
Parte Um: O que diz A Agricultura Mundial e o Meio Ambiente’
Em A Agricultura Mundial e o Meio Ambiente, o autor Jason Clay (vice-presidente do Centro de Conservação e Inovação do Fundo Mundial para a Natureza dos EUA – WWF) revisa a produção e o impacto ambiental de 21 das principais mercadorias alimentares do mundo.

Desativação da atividade biológica do paraquat no ambiente do solo: uma revisão do destino ambiental de longo prazo, por Roberts TR, Dyson JS, Lane MC.

Em seu artigo “Desativação da atividade biológica do paraquat no ambiente do solo: uma revisão do destino ambiental de longo prazo”, os autores juntam vários estudos ambientais importantes sobre o paraquat para analisar e avaliar seu impacto ambiental de longo prazo. Eles concluem que:
“Esses testes demonstraram que o uso contínuo do paraquat sob condições de BPA não tem efeitos perniciosos nem sobre as lavouras e nem na fauna e flora do solo”.
Resumo:
Durante os muitos anos em que o paraquat é usado, uma ampla variedade de pesquisas sobre seu impacto ambiental foram conduzidas. Muitas dessas informações foram publicadas. Porém, estudos de campo de longo prazo ainda não haviam sido apresentados e avaliados. O objetivo desta revisão é juntar e avaliar todas essas informações.

Estudos extensivos de longo prazo confirmam — e governos e autoridades regulatórias de todo o mundo concordam — que os usos normais do paraquat de acordo com as instruções aprovadas do rótulo não causam um impacto ambiental inaceitável.
Os estudos mostraram que:
O paraquat é inativo solo
Quando resíduos de paraquat entram em contato com o solo, o ingrediente ativo do paraquat é rapidamente absorvido e se liga fortemente à terra e à matéria orgânica do solo. Ele se torna biologicamente inerte e, como resultado, não pode ser absorvido pelas raízes de plantas ou outros organismos. Os solos tratados com paraquat continuam mantendo um ecossistema ativo na terra, sem efeitos adversos sobre micróbios, microorganismos e minhocas do solo. O paraquat não pode ser liberado do solo e nem reativado pela aplicação de água ou de outros agroquímicos.
Todos os solos agrícolas, não apenas aqueles com alto teor de argila, possuem alta capacidade de absorver o paraquat.

O Sr. Prasanna Srinivasan de Nova Delhi, Índia, é um especialista renomado na área de economia, política e desenvolvimento regulatório, sua especialidade é o impacto de ameaças ambientais nos países em desenvolvimento. A Syngenta encomendou junto ao Sr. Srinivasan uma avaliação equilibrada dos benefícios e riscos dos pesticidas em geral e do paraquat em particular. O Mr. Srinivasan finalizou recentemente essa revisão, intitulada “Paraquat: Uma contribuição única à agricultura e desenvolvimento sustentável”.
Clique neste link para baixar uma cópia da revisão:
Paraquat: Uma Contribuição Única à Agricultura e Desenvolvimento Sustentável