Cultivo de cítricos

Laranjas prontas para a colheitaPense em cítricos e você provavelmente pensa em um suco de laranja recém espremido e uma toronja no café da manhã ou, mais tarde, uma fatia de limão no seu chá gelado. Mas você já ouviu falar das muitas outras frutas cítricas que compões esta vasta família que, coletivamente, são a fruta número um do comércio internacional? Experimente calamondinas, limas, pomelos ou ugli fruit.

Um terço da produção mundial de cítricos é destinada aos sucos e é esta a área de consumo crescente, e não a fruta fresca. Mais de 80% dos cítricos que se transformam em suco são laranjas, o resto são toronjas. Entretanto, frutas de tamanho convenientemente pequeno (‘tamanho lancheira’) e fáceis de descascar, geralmente sem sementes, como tangerinas, mandarinas, clementinas e satsumas ganharam popularidade nos últimos anos.

O paraquat é uma ferramenta essencial nos cítricos

O paraquat é um herbicida de amplo espectro. Seu modo de ação inibe a fotossíntese. Esse processo é essencial para as plantas, e significa que o paraquat destrói todo o tecido verde.

Todavia, embora seja denominado ‘não-seletivo’, o paraquat é seguro para as árvores cítricas por vários motivos. Primeiro, o paraquat é imobilizado ao entrar em contato com o solo, o que significa que não pode se mover para as raízes e ser absorvido pelas plantas. Segundo, ele é pulverizado em volta das árvores cítricas, protegidas pela casca, que o paraquat não consegue penetrar. Terceiro, mesmo que pequenas quantidades de paraquat caiam em folhas cítricas, o dano é muito pequeno ou inexistente, porque o paraquat não se move sistemicamente pelas plantas, como o herbicida não-seletivo alternativo, o glifosato.

Ao contrário do glifosato, o paraquat tem ação muito rápida e é resistenteDefinição A capacidade herdada de uma planta/erva daninha de sobreviver a uma dose de herbicida normalmente letal para sua espécie. Referências e Recursos Confiáveis Online http://www.weedscience.org/in.asp O Questionário Internacional de Ervas Daninhas Resistentes a Herbicidas monitora a evolução de espécies resistentes e avalia seu impacto. Todos as ocorrências confirmadas de novos casos são listadas. à chuva. Ervas daninhas pulverizadas com paraquat pela manhã frequentemente apresentam sintomas (amarelamento) à tarde, facilitando a visualização, por parte dos operadores de pulverização e administradores de plantação, de quais áreas já foram pulverizadas. Isso ocorre mesmo que chova dentro de 15-30 minutos, possibilitando a pulverização por um período maior em caso de previsão de chuva.

Em lavouras perenes como os cítricos, a ênfase está no controle das ervas daninhas, e não em sua remoção permanente. Isso porque a manutenção de um equilíbrio específico de ervas daninhas no pomar cítrico é importante para a sustentabilidade, ao proporcionar habitats para os predadores de insetos-praga e minimizar a erosão do solo pelo efeito de ancorador das raízes de plantas.

O paraquat tem um perfil ambiental muito forte. O paraquat não lixiviaDefinição O processo natural pelo qual as substâncias solúveis em água são carregadas para baixo, através do solo, até as águas subterrâneas. Referências e Recursos Confiáveis Online http://www.agr.gc.ca/nlwis-snite/index_e.cfm?s1=pub&s2=hs_ss&page=16 Um capítulo de um livro online chamado 'The health of our soils' (A saúde de nossos solos) postado no site do Departamento de Agricultura e Agro-Alimentos do Canadá., pois se liga muito fortemente às partículas do solo imediatamente ao entrar em contato com o mesmo. Assim, ele não atinge os lençóis freáticos nem as águas superficiais por escoamento.
 

De onde vêm as frutas cítricas?

O que são cítricos?

Uma árvore cítrica jovemCítricos é o nome coletivo de muitas espécies próximas de árvores frutíferas. São todos arbustos perenes ou pequenas árvores com altura de 5-15 m, geralmente com galhos espinhosos.

Evidências genéticas recentes apontam para apenas três espécies principais: Citrus maxima (pomelo), Citrus medica (lima) and Citrus reticulata (tangerinas e mandarinas). As espécies de cítricos se hibridizam facilmente, e variedades de espécies como a laranja (Citrus sinensis), toronja (Citrus paradisi) e limão (Citrus limon) se desenvolveram desde tempos antigos.

É interessante notar que a casca, a parte dos cítricos que jogamos fora, é botanicamente igual à polpa que comemos na maioria das outras frutas! No entanto, a casca também é uma fonte valiosa de óleos essenciais (voláteis). Eles são usados em produtos farmacêuticos, sabonetes, perfumes e cosméticos.

Uma laranja fornece toda a vitamina C que um adulto precisa por dia. A vitamina C é um anti-oxidante potente, uma classe de substâncias químicas que ajudam a combater os danos causados pelas toxinas ao corpo. Laranjas e outras frutas cítricas também são boas fontes de ácido fólico, fibra e potássio, além de outras vitaminas.

Onde as frutas cítricas são cultivadas?

Bosques de cítricos são encontrados em climas mediterrâneos. Temperaturas de poucos graus abaixo do ponto de congelamento destróem a maioria das espécies de cítricos.

 Áreas de vários tipos de cítricos colhidos mundialmente (FAO, 2008)

 

 

Áreas de laranjaa colhidas nos principais países (FAO, 2008)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A laranja é, de longe, o tipo de fruta cítrica mais cultivado. Ela perfaz cerca de 55% da área de cítricos e mais de 60% da produção. Tomadas em conjunto, tangerina, laranja madarim e clementinas formam o segundo grupo mais cultivado, seguido por limão e lima, com uma área menor de toronja.

Desde 1980, a área mundial de cultivo social aumentou de cerca de 2,3 para 4,2 mihões de hectares. O Brasil manteve sua posição de liderança em termos de área plantada e produção, mas seu cultivo na China e na Índia aumentou substancialmente. Quanto à produção, o Brasil cultiva o dobro (18,5 milhões de toneladas em 2008) de laranjas do que seu rival mais próximo, os EUA.

Detalhes da produção de cítricos dos principais países (FAO, 2008).

  Área Colhida
(milhões de ha)
 
?Safra Média
(t/ha)
 
Produção
(milhões de t)
 
Brasil 836, 602 22.1 18.5
Índia 502,800   9.4   4.4
Portugal 389.578 11.8   3.7
Espanha 331,297 13.0   4.3
EUA 268,350 34.1   9.1

Produção sustentável de cítricos

Cultivo de cítricos

Um pomar de cítricosAs árvores cítricas comerciais são enxertos da espécie frutífera desejada em um talo de raiz de alguma outra espécie cítrica desenvolvida especificamente com este propósito. Os suportes de enxerto são selecionados por resistência a doenças e ataques de nematódeos e pela robusteza. A escolha do talo de raiz afeta o vigor da árvore e o tamanho da fruta.

Árvores cítricas geralmente requerem podas raras e leves depois de estabelecidas. Às vezes, elas são cultivadas como um sistema de cerca viva.

Do transplante do enxerto até que a árvore comece a dar frutos leva-se 3-5 anos e mais cinco anos até que se alcance o máximo de frutificação. Diferentes espécies e variedades de cítricos têm frutos prontos para colheita durante muitos meses.

As cores amarela e laranja dos cítricos se desenvolvem em climas mais frios. Os cítricos cultivados em climas tropicais permanecem verdes como limas e, se não forem colhidas, as laranjas maduras podem voltar a ficar verdes na primavera. As frutas cítricas não continuam a amadurecer depois de apanhadas e, portanto, são colhidas maduras. O momento da colheita é determinado, em sistemas mais intensivos de produção sistemas, através de graus de ‘brix’. Este é apontado através de uma avaliação da doçura (açúcares dissolvidos) pela medição da gravidade específica do suco com um refratômetro manual.

Pragas e Doenças

É muito importante prestar atenção ao controle de pragas e doenças, especialmente em mercados de cítricos frescos, onde a aparência é tão importante quanto a produção. Os principais insetos pragas dos cítricos europeus incluem a mosca da fruta mediterrânea (Ceratitis capitata), o pulgão do algodoeiro (Aphis gossypii), a traça do limoeiro (Prays citri), a larva minadora dos citros (Phyllocnistis citrella) e vários acarídeos e insetos que podem ser particularmente danosos. Os acarídeos Aonidiella auranti (Cochonilha vermelha), Tetranichus spp. e Panonichus spp. geralmente são pragas graves.

As doenças incluem o ‘Mal Seco’ causado pelo fungo Phoma tracheiphila e apodrecimento de raiz e frutos (‘aguado’), causado pela espécie Phytophthora e por Alternaria alternata. Phytophthora e Alternaria podem causar prejuízos econômicos consideráveis.

São doenças virais importantes o Espessamento Clorótico dos Cítricos (CDD) e Manchas nas Folhas dos Cítricos. O Vírus da Tristeza dos Cítricos (CTV) já causou devastação em citros espanhóis no passado. Os suportes de enxerto são certificados como ‘sem vírus’ como uma medida fitosanitária.

Manejo de ervas daninhas

Muitas ervas daninhas anuaisDefinição Ervas daninhas que completam seu ciclo de vida em uma estação de crescimento, ou ano. Da semente à flor e de volta à semente antes do ano terminar. Referências e Recursos Confiáveis Online http://iws.ucdavis.edu/ A Sociedade Internacional de Ciência de Ervas Daninhas representas associações individuais em todo o mundo. Detalhes dessas associações regionais estão listados. e perenes infestam os pomares de cítricos. As ervas daninhas podem competir com as lavouras por espaço, água e nutrientes, e sombreiam as plantas da lavoura, especialmente quando estas são jovens.

Tradicionalmente, e em comunidades agrícolas mais pobres, os pomares de cítricos são capinados manualmente para a remoção de ervas daninhas. Isso é trabalhoso e demorado e, portanto, pode limitar as oportunidades para outras atividades, inclusive educação. O uso eficaz de herbicidas pode reduzir significativamente os recursos necessários para o controle de ervas daninhas. Os herbicidas de uso mais comum incluem o paraquat e o glifosato, que não têm atividade no solo, e a classe de herbicidas conhecidos como ‘residuais’, que permanecem ativos no solo e evitam a germinação de sementes de ervas daninhas.

Entretanto, o uso inadequado de herbicidas pode levar a alterações adversas na flora de ervas daninhas (‘alterações de floraDefinição Uma alteração na comunidade de ervas daninhas dentro de um campo, ou seja, na abundância relativa ou tipo de ervas daninhas. Isso pode ser o resultado de uma prática de manejo como uso de herbicidas ou qualquer outro fenômeno que produza uma alteração na composição de espécies de ervas daninhas. As espécies ou biotipos adaptados às práticas de manejo atuais aumentam, enquanto que as ervas daninhas suscetíveis a essas práticas diminuem. Referências e Recursos Confiáveis Online http://www.weeds.iastate.edu/mgmt/qtr00-1/popdyn.htm Um artigo clássico sobre dinâmica de populações de ervas daninhas no site de Ciência de Ervas Daninhas da Iowa State University.’) e contribui com a erosão do solo causada por cultivos excessivos, especialmente em solos em declive.

Alteração de flora

O uso intensivo do herbicida sistêmico não seletivoDefinição Um produto químico usado para eliminar somente certos tipos de ervas daninhas (ervas daninhas anuais gramíneas ou de folhas largas). Referências e Recursos Confiáveis Online http://www.weeds.iastate.edu/ Uma inestimável fonte de informações contemporâneas sobre herbicidas e ervas daninhas da Iowa State University. glifosato e de herbicidas residuais causou alterações na flora de ervas daninhas de plantações (‘alteração de flora’), pois espécies mais tolerantes aos seus modos de ação específicos se tornam mais dominantes. Ervas daninhas ‘leves’, tipicamente gramíneas anuais frágeis e fáceis de controlar, são substituídas pela reinvasão do terreno limpo por ervas daninhas nocivas mais agressivas, que reduzem as safras da lavoura. Estas competem com árvores cítricas, reduzindo a safra e a qualidade, e podem dificultar a colheita.

No entanto, o uso do paraquat no manejo da flora de ervas daninhas, ao invés de eliminá-la, pode ajudar a manter uma flora equilibrada, impedindo a dominância de espécies agressivas. O paraquat remove apenas o crescimento superficial de ervas daninhas bem estabelecidas e não afeta a germinação de novas mudas, permitindo que a vegetação se restabeleça em 1-2 meses. Uma presença controlada de ervas daninhas leves mantém o equilíbrio da flora de ervas daninhas e evita a alteração de flora para espécies nocivas pelo simples fato de deixar menos solo desnudo disponível para colonização pelas mesmas. A presença de cobertura não competitiva também proporciona habitats que estimulam a biodiversidade. A vida silvestre estimulada inclui predadores de insetos-praga, os quais, de outro modo, teriam que ser controlados quimicamente.

Erosão do Solo

Um relatório (em inglês) encomendado pela Direção Geral de Meio Ambiente da Comissão Européia sobre os Sistemas MIC na UE (http://europa.eu.int/comm/environment/agriculture/pdf/icm_finalreport.pdf) inclui um estudo de caso sobre um plano na região de Valência, na Espanha, que inclui 10.000 ha de cítricos. Os equipamentos de cultivo que destroem a estrutura do solo estão proibidos. Deve-se permitir que uma cobertura verde se desenvolva do meio do outono até o final do inverno para ancorar o solo, reduzindo, assim, o risco de erosão. Outra vantagem das coberturas de ervas daninhas é que elas ajudam a evitar doenças causadas por Phytophtora nas frutas, pois minimiza o impacto das gotas de chuva no chão e, conseqüentemente, os respingos de partículas do solo nas frutas mais baixas, como pode ocorrer com o solo desnudo.

Cítricos com uma lavoura de cobertura pode ser plantada entre as fileiras de árvoresO paraquat não é sistêmico como o glifosato. Portanto controla apenas os brotos de ervas daninhas, mantendo as raízes e permitindo que muitas espécies cresçam novamente. Além disso, como o paraquat não tem atividade no solo, ele não evita a germinação das sementes de ervas daninhas como os herbicidas residuais fazem.

Alternativamente, uma lavoura de cobertura pode ser plantada entre as fileiras de árvores. Estudos em oliveiras na Espanha mostraram que esse tipo de sistema reduziu a erosão em mais de 80%.

Coberturas de Oxalis spp. geralmente são usadas como lavouras de coberturaDefinição Lavouras de cobertura são plantas cultivadas, principalmente, não para serem colhidas para alimentação, mas sim para servir para o controle da erosão do solo, controle de ervas daninhas e melhoramento da qualidade do solo. Geralmente são aradas ou cultivadas antes da plantação da próxima lavoura alimentar; nesses casos a "lavoura de cobertura" é usada como correção do solo, e é sinônimo de "lavoura de fertilização verde". Referências e Recursos Confiáveis Online http://attra.ncat.org/attra-pub/covercrop.html ATTRA é o Centro de Informações sobre Agricultura Sustentável do Centro Nacional de Tecnologia Adequada dos EUA. entre fileiras em cítricos. O paraquat pode ser usado para manejar a cobertura, por exemplo, para reduzir a competição por água no verão sem matar os pequenos bulbos através dos quais as plantas se espalham.

O paraquat pode ser pulverizado com segurança para o manejo da flora de ervas daninhas ao longo das fileiras da lavoura entre as faixas de gramaDefinição As folhas são "estreitas", ao contrário das folhas "largas" das ervas daninhas de folhas largas. Também chamadas 'monocotiledôneas' por terem um cotilédone (folha primária produzida pela semente), enquanto as 'dicotiledôneas' por têm dois cotilédones. Referências e Recursos Confiáveis Online http://iws.ucdavis.edu/ A Sociedade Internacional de Ciência de Ervas Daninhas representas associações individuais em todo o mundo. Detalhes dessas associações regionais estão listados. ou legume sem temor de causar danos às árvores cítricas. Ele é imóvel no solo e não consegue penetrar nas raízes nem subir aos ramos. O paraquat não consegue penetrar a casca das árvores, o que significa que ele pode ser pulverizado até a base das mesmas. Ainda que o paraquat derive para as folhas cítricas, o dano é muito pequeno ou inexistente pois o paraquat não se move sistemicamente pelas plantas, como o glifosato.

ESTUDO DE CASO: Paraquat salva o solo na China  

O professor Shui Jian-guo descreveu como o uso do paraquat para controle de ervas daninhas em pomares de cítricos reduziu a erosão do solo na conferência da Organização Internacional de Conservação do Solo em Brisbane, julho de 2004

Na província de Zhejiang, China, os 1.600 mm típicos de chuva tornam a erosão do solo um problema grave nos pomares de cítricos cultivados em colinas. Os solos vermelhos de lá são férteis, mas necessitam de um manejo cuidadoso para evitar a compactação, erosão e reduções do pH. O Instituto de Solo e Fertilizante da Academia de Ciências Agrícolas de Zhejiang, Hangzhou investigou técnicas para minimizar a erosão do solo.

Perda média de solo nos três locais entre 2001 e 2003Trabalhando em três propriedades, cientistas descobriram que três aplicações de paraquat por ano deram resultados muito melhores do que o cultivo do solo para controle de ervas daninhas. Não se reduziu apenas erosão do solo, mas as safras melhoraram em 8%, sendo que foi preciso um terço a menos da mão de obra.

O gráfico mostra a perda média de solo nos três locais entre 2001 e 2003. Durante esse período, 33.000 litros por hectare de água superficial escorreram, em média, por solo cultivado. Isso foi reduzido em 21% pelo glifosato, mas o uso do paraquat resultou em 48% menos escoamento.

Esse bom desempenho foi explicado pelo efeito do paraquat de matar somente os brotos das ervas daninhas, permitindo, então o novo crescimento. A competição com a lavoura é removida em momentos críticos, enquanto as raízes das ervas daninhas permanecem para apoiar a estrutura do solo. O glifosato foi menos eficiente porque tanto os brotos quanto as raízes das ervas daninhas foram mortos. Após a pulverização de glifosato, a flora de ervas daninhas passou a ser composta por mais espécies de folhas largasDefinição As folhas são "largas", ao contrário das folhas "estreitas" das gramíneas. Também chamadas 'dicotiledôneas' por terem dois cotilédones (folhas primárias produzidas pela semente), enquanto as gramíneas são 'monocotiledôneas' por terem apenas um cotilédone. Referências e Recursos Confiáveis Online http://iws.ucdavis.edu/ A Sociedade Internacional de Ciência de Ervas Daninhas representas associações individuais em todo o mundo. Detalhes dessas associações regionais estão listados., que dão menos apoio ao solo do que a raiz fibrosa das gramíneas, as quais crescem novamente após a pulverização com paraquat.

Referências & Recursos

Associações de Cítricos

Sociedade Internacional de Citricultura (International Society of Citriculture): http://www.crec.ifas.ufl.edu/societies/ISC/
Pesquisa Internacional de Cítricos (Citrus Research International): http://www.citrusres.com/

Mercados, produção e comércio

Associação de Alimentos e Agricultura das Nações Unidas (United Nations Food and Agriculture Organisation – FAOSTAT): http://faostat.fao.org/faostat/
Relatório da Direção Geral de Meio Ambiente da Comissão Européia (EC DG Agriculture report): Horticultura na UE (Horticulture in the EU) – 2003: http://europa.eu.int/comm/agriculture/publi/fact/horti/2003_en.pdf
Conferência da ONU Sobre Comércio e Desenvolvimento (UN Conference On Trade & Development) – UNCTAD: http://r0.unctad.org/infocomm/anglais/orange/sitemap.htm
Conferência do CIRAD (Centre de coopération internationale en recherche agronomique pour le développement): A qualidade dos sucos cítricos frescos e processados (The quality of fresh and processed citrus fruits). Montpellier, França, 10-11 de outubro de 2002: http://citrus2002.cirad.fr/index_en.html#
Manejo integrado de culturas na UE (Integrated Crop Management Systems in the EU). Um relatório da Agra CEAS Consultoria para a Direção Geral de Meio Ambiente da Comissão Européia (A report by Agra CEAS Consulting for EC DG Environment) – 2002.

Proteção do solo e da água

Shui Jian-guo, Liao Gen-qing, Au Jeff, Zhou Quan-kang, Allard Jean-Louis (2004). Efeitos de Diferentes Medidas de manejo de vegetação natural de erosão do solo vermelho em pomares situados em colinas (Effects of different natural vegetation management measures on red soil erosion in hilly orchards). ISCO 2004 – 13ª Conferência Internacional da Organização de Conservação do Solo (13th International Soil Conservation Organisation Conference) – Brisbane, julho de 2004 Conservando o Solo e a Água para a Sociedade (Conserving Soil and Water for Society): Sharing Solutions.