A agricultura e a qualidade colidirão?
A agricultura e a qualidade colidirão?
World Agriculture and the Environment (A Agricultura Mundial e o Meio Ambiente) é um importante livro novo que discute o temor de que o aumento da demanda por alimentos e fibras esteja em “rota de colisão” com a qualidade do solo.
Esse artigo tem duas partes. Na Parte Um, são revisados algumas das principais questões discutidas no livro. A Parte Dois explica como mais de 40 anos de pesquisa e uso prático mostraram que o controle de ervas daninhas com paraquat pode proporcionar práticas melhores e sustentáveis de manejo de lavoura para melhorar a qualidade do solo.
Parte Um: O que diz A Agricultura Mundial e o Meio Ambiente’
Em A Agricultura Mundial e o Meio Ambiente, o autor Jason Clay (vice-presidente do Centro de Conservação e Inovação do Fundo Mundial para a Natureza dos EUA – WWF) revisa a produção e o impacto ambiental de 21 das principais mercadorias alimentares do mundo. As maiores ameaças ao ambiente causadas por lavouras, peixe e carne são identificadas e exploradas, assim como as tendências que dão forma a essas ameaças.
Principais Problemas
Uma verdade fundamental do livro é que a cultura de baixa intensidade não consegue suportar os níveis populacionais atuais e, muito menos, os futuros. Há dois motivos subjacentes para isso. Primeiro, o uso de mais terra para a agricultura destrói florestas e savanas naturais. Segundo, o maior uso de insumos externos e mecanização reduziu muito a necessidade de mão de obra – esperar que as pessoas voltem em massa a plantar sementes, capinar ervas daninhas e colher a produção manualmente não é nada realista.
Entretanto, Jason Clay cita muitas áreas nas quais a agricultura – no papel de maior indústria do planeta, fornecendo empregos para mais de um bilhão de pessoas e com uma produção anual de mais de um trilhão de dólares – tem impactos de importância crítica sobre o meio ambiente. Tais impactos incluem:
- Degradação do solo
A erosão do solo tem implicações graves na produtividade, consumindo nutrientes e reduzindo a capacidade de retenção de água. A terra erodida deslocada pode assorear reservatórios e cursos d'água, causando problemas de irrigação e geração de energia. Na cultura de chá, por exemplo, perdas de solo anuaisDefinição Ervas daninhas que completam seu ciclo de vida em uma estação de crescimento, ou ano. Da semente à flor e de volta à semente antes do ano terminar. Referências e Recursos Confiáveis Online http://iws.ucdavis.edu/ A Sociedade Internacional de Ciência de Ervas Daninhas representas associações individuais em todo o mundo. Detalhes dessas associações regionais estão listados. de até 75 t/ha foram registradas no Sri Lanka e, na cultura de café:
“Uma das formas de cultivo de café mais degradantes para os solos é o uso de herbicidas para produzir campos ‘limpos’, sem outras vegetações… campos sem ervas daninhas… nos declives de plantações de café, particularmente das que se localizam em altas elevações, é (sic) uma das principais causas de exposição e erosão do solo”. (página 84 do livro)
- Contaminação da água por escoamento e lixiviação
Por exemplo, em culturas de algodão e chá:
“… os impactos mais importantes da produção [de algodão] são o uso de agroquímicos... A qualidade do solo e da água, e o impacto sobre a biodiversidade nos campos e correnteza abaixo também são grandes preocupações”. (página 292 do livro)
“Os produtos químicos aplicados nas plantações de chá têm um efeito letal sobre a biodiversidade do solo ao mesmo tempo em que poluem a água dos rios, matam os peixes e prejudicam os animais e pessoas que dependem dos rios para conseguir água”. (página 103 do livro)
- Perda de habitats e biodiversidade
A Organização para Alimentos e Agricultura da ONU estima que mais de 13 milhões de hectares de floresta são removidos para a agricultura em países em desenvolvimento todo ano. Além da perda de habitats e biodiversidade que isso causa, outras perdas também resultam do cultivo intensivo de monoculturas:
“Ao fornecer vastas áreas de alimento e eliminar (a) diversidade … a agricultura reduziu o número de espécies… ao mesmo tempo em que permitiu que algumas poucas se tornassem dominantes” (página 49 do livro)
A Caminho de Melhores Práticas de Manejo
Para cada cultura, Clay aponta onde melhores práticas de manejo poderiam ajudar a aumentar a sustentabilidade. Com a intensificação do aumento da demanda por alimentos nos últimos 50 anos, as pressões aumentaram quanto à capacidade do solo de manter a produção. A erosão e a estrutura do solo, sua saúde e fertilidade se tornaram problemas graves em muitas partes do mundo. A disponibilidade de fertilizantes estimulou a mudança das tendências, de rotações para monoculturas, às vezes acarretando problemas graves para a biodiversidade através da perda de habitats e de água devido á lixiviação e á poluição.
Uma abordagem geral da sustentabilidade, aplicável a todos os sistemas de cultura através do conceito de lavoura de conservação. Nos sistemas de lavoura de conservação, a perturbação do solo é minimizada e grande parte do mesmo é coberta com material vegetal durante todo o ano. Nos sistemas de ‘plantio diretoDefinição Também conhecido como lavoura de conservação ou plantio direto, é uma maneira de cultivar lavouras ano a ano sem perturbar o solo através do preparo do solo, ou seja, cultivo do solo geralmente com implementos aplicados por trator. Referências e Recursos Confiáveis Online http://www.no-till.com/ Um portal de informações online sobre o plantio direto.’, não nenhum cultivo do solo. Clay cita a descoberta do Depto. de Agricultura dos EUA de que:
“A lavoura de conservação economiza em combustível, mão-de-obra e depreciação de equipamentos agrícolas ao mesmo tempo em que melhora a estrutura e a fertilidade do solo”. (página 423 do livro)
Ervas daninhas ou uma lavoura de cobertura, como o centeio, são controladas por um herbicida de queima, mas como Clay aponta:
“Apesar de estar provado que o plantio direto reduz o uso de alguns agroquímicos, até dos mais nocivos, ele não parece levar a um aumento da dependência do glifosato”. (página 197 do livro)
Clay reconhece que boas safras e rentabilidade são os maiores estímulos para que agricultores adotem práticas que protejam o solo e a água e melhorem a biodiversidade. O uso prudente de agroquímicos adequados pode ajudar a aliviar a pressão para a exploração de novos terrenos. Por exemplo, na discussão sobre a destruição da natureza selvagem e florestas em planaltos para plantar café, Clay afirma que:
“… não há motivo para remover habitats inexplorados para plantar café. Com os agroquímicos disponíveis atualmente, e com o aumento da produção geral e a melhoria das práticas de manejo, grande parte dos solos antes degradados podem voltar a ser usados na produção”. (página 86 do livro)
O objetivo principal do livro é sugerir melhores práticas de manejo para reduzir os danos aos ecossistemas e melhorar a eficiência e a rentabilidade. Clay não apóia o uso de produtos específicos, porém, ao destacar as questões realmente importantes, fornece uma base sólida para que a indústria agrícola do mundo possa formular soluções práticas.
A Agricultura Mundial e o Meio Ambiente: um guia mercadoria-a-mercadoria sobre impactos e práticas, por Jason A Clay. Publicado pela Island Press (2004). ISBN No. 1-55963- 370-0
Parte Dois: Como paraquat pode ajudar
Nesta seção, são descritas as oportunidades de melhoria das práticas de manejo da lavoura através do uso do paraquat. Vários estudos de caso práticos são usados para ilustrar os benefícios.
Proteção do solo
O paraquat pode ser usado como base de um programa de manejo de ervas daninhas que, em vez de manter os campos limpos e totalmente sem ervas daninhas, permite a presença de uma cobertura de ervas daninhas não competitivas durante pelo menos uma parte do tempo. Uma cobertura vegetativa sobre o solo o protege ao dispersar o impacto das gotas de chuva, que é uma das principais causas da erosão. O não cultivo do solo para controle de ervas daninhas ajuda a evitar a erosão do solo, que remove nutrientes e matéria orgânica, e diminui a capacidade de retenção de água.
No Brasil, descobriu-se que estabelecer faixas de gramíneas entre as fileiras de café reduz a perda de solo de mais de 4 t/ha ao ano para 0,2 t/ha e o escoamento devido à chuva em 90% (May et al., 1993). O paraquat pode ser pulverizado com segurança, para manejo da flora de ervas daninhas, pelas fileiras da lavoura entre as faixas de gramínea sem temor de prejudicar os arbustos de café. Ele é imóvel no solo e não consegue penetrar nas raízes nem subir aos ramos.
O paraquat não consegue penetrar a casca dos arbustos, o que significa que ele pode ser pulverizado até a base dos mesmos. Ainda que o paraquat derive para as folhas de café, o dano é muito pequeno ou inexistente, pois o paraquat não se move sistemicamente pelas plantas, como o glifosato.
No chá cultivado no curso superior montanhoso do Rio Yangtze, na China, o preparo do solo para controle de ervas daninhas resultou uma grave erosão do solo causada pelo escoamento de água superficial.
Cientistas da Academia Florestal de Sichuan descobriram que o uso do paraquat no controle de ervas daninhas é duas vezes mais eficiente do que o uso de glifosato para redução da erosão, em comparação com o preparo convencional do soloDefinição Cultivo com preparo de toda a extensão do solo, que perturba toda a superfície do solo e é realizado antes e/ou durante o plantio. Há menos de 15 por cento de cobertura residual após a plantação. Geralmente, envolve aragem ou viagens intensivas (numerosas) lavração. O controle de ervas daninhas é realizado com produtos de proteção à lavoura e/ou cultivo em fileiras. Referências e Recursos Confiáveis Online http://www.fao.org/news/story/en/item/9962/icode/ Um noticiário da FAO que discute os problemas da aragem e as vantagens da agricultura de conservação.. Nos testes em plantações de chá com declives de 8º-18º, as perdas de nutrientes e matéria orgânica foram de 80-100% menores quando se usou paraquat e não glifosato.
Isso porque o glifosato deixa o solo exposto por mais tempo que o paraquat, o que permite que uma cobertura verde não competitiva se regenere.
A presença de vegetação dispersa o impacto da chuva, e as raízes das ervas daninhas ancoram o solo.
Proteção da Água e da Biodiversidade
O paraquat não pode lixiviarDefinição O processo natural pelo qual as substâncias solúveis em água são carregadas para baixo, através do solo, até as águas subterrâneas. Referências e Recursos Confiáveis Online http://www.agr.gc.ca/nlwis-snite/index_e.cfm?s1=pub&s2=hs_ss&page=16 Um capítulo de um livro online chamado 'The health of our soils' (A saúde de nossos solos) postado no site do Departamento de Agricultura e Agro-Alimentos do Canadá. para a água porque se liga muito fortemente ao solo – muito mais que outros agroquímicos. Essa propriedade fundamental significa que o paraquat não consegue se mover para cursos d'água por escoamento superficial nem por lixiviação. Pelos mesmos motivos, ele também não pode afetar a fauna, flora e microorganismos do solo, pois não está acessível a eles.
Quando usado conforme as recomendações, o paraquat não causa perigo para peixes nem para invertebrados, pois, além de sua imobilidade, mesmo se a pulverização do paraquat derivar para lagos, rios ou águas paradas, este é removido rapidamente pela absorção para plantas sedimentos e pela degradação microbiana. Estudos ecológicos abrangentes mostraram que o paraquat não representa risco para ambientes aquáticos.
A Syngenta (através de sua empresa herdada, Zeneca), colaborou com a EARTH (Escuela de Agricultura de la Region Tropical Humeda), Del Monte e Dole, e mostrou como a biodiversidade pode ser mantida em plantações comerciais de banana na Costa Rica. Os produtores de banana de lá usam o paraquat para controlar as ervas daninhas da plantação ao mesmo tempo em que reduzem a erosão do solo e mantém a biodiversidade, incluindo peixes, anfíbios, répteis e aves.
Uma fonte de água bem administrada é crucial para a produção de banana. As bananas precisam de um fornecimento constante de água – pelo menos 160 mm/mês – porém, não suportam o solo encharcado. Na estação chuvosa tropical, alguns meses podem ter mais de 1000 mm de excesso de precipitação.
Lavoura de Conservação
Em sistemas de lavoura de conservação para culturas como milho, algodão ou soja, as ervas daninhas ou uma lavoura de cobertura como o centeio precisam ser controladas por um herbicida de extermínio, geralmente o paraquat ou glifosato.
As pulverizações de extermínio baseadas em paraquat são mais confiáveis do que o glifosato para o controle de ervas daninhas anuais e de lavouras de coberturaDefinição Lavouras de cobertura são plantas cultivadas, principalmente, não para serem colhidas para alimentação, mas sim para servir para o controle da erosão do solo, controle de ervas daninhas e melhoramento da qualidade do solo. Geralmente são aradas ou cultivadas antes da plantação da próxima lavoura alimentar; nesses casos a "lavoura de cobertura" é usada como correção do solo, e é sinônimo de "lavoura de fertilização verde". Referências e Recursos Confiáveis Online http://attra.ncat.org/attra-pub/covercrop.html ATTRA é o Centro de Informações sobre Agricultura Sustentável do Centro Nacional de Tecnologia Adequada dos EUA. nos estágios iniciais de crescimento, quando o clima é frio e pode chover logo após a aplicação.
Sob condições climáticas tão desafiantes, o paraquat controla ervas daninhas em poucos dias em comparação às 2-3 semanas que o glifosato leva para fazê-lo, e ele se torna resistente à chuva em poucos minutos, contra horas do glifosato.
Os sistemas de lavoura de conservação afetam as infestações de ervas daninhas através de efeitos combinados de manejo do solo e regimes de herbicidas, levando a alterações na flora de ervas daninhas, conhecidas como ‘alteração de flora’. Nos EUA, o uso intensivo do glifosato, particularmente após a introdução de variedades GM resistentes ao glifosato, levou ao desenvolvimento de ervas daninhas resistentesDefinição A capacidade herdada de uma planta/erva daninha de sobreviver a uma dose de herbicida normalmente letal para sua espécie. Referências e Recursos Confiáveis Online http://www.weedscience.org/in.asp O Questionário Internacional de Ervas Daninhas Resistentes a Herbicidas monitora a evolução de espécies resistentes e avalia seu impacto. Todos as ocorrências confirmadas de novos casos são listadas. no algodão e na soja, inclusive buva (Conyza canadensis), artemisa comum (Ambrosia artemesifolia), amarante peregrino (Amaranthus palmeri) e amarante comum (Amaranthus rudis). No Brasil, o azevém-anual (Lolium multiflorum) resistente ao glifosato também apareceu recentemente na soja.
O glifosato é uma pedra angular da agricultura mundial, pois controla ervas daninhas perenes de maneira barata e eficiente. Ele é essencial para impedir a alteração de flora e a resistência. Como herbicida não seletivoDefinição Um produto químico usado para eliminar somente certos tipos de ervas daninhas (ervas daninhas anuais gramíneas ou de folhas largas). Referências e Recursos Confiáveis Online http://www.weeds.iastate.edu/ Uma inestimável fonte de informações contemporâneas sobre herbicidas e ervas daninhas da Iowa State University. de amplo espectro alternativo ao glifosato, o paraquat tem um importante papel a desempenhar nos sistemas de manejo integrado de ervas daninhasDefinição Um sistema de suporte para uma decisão de proteção à lavoura que se concentra na prevenção ou supressão de longo prazo de problemas com pragas com o mínimo de impacto sobre a saúde humana, o meio-ambiente e organismos que não são alvos. O MIP leva em consideração todas as técnicas e táticas disponíveis de controle de pragas (de cultivo, mecânicas, biológicas, químicas) o MIP enfatiza o crescimento de lavouras saudáveis para uma melhor produtividade com a mínima interferência possível nos agroecossistemas. Referências e Recursos Confiáveis Online http://www.ipmcenters.org/ O Site Nacional do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos para o Sistema de Informação dos Centros Regionais de CIP fornece informações sobre commodities dos EUA, pragas e práticas de manejo de pragas, pessoas e problemas. (MIED). Não se deve fazer mais de duas aplicações de glifosato a qualquer campo durante duas estações. O paraquat pode fornecer o meio alternativo de controle sustentável de ervas daninhas.
No Brasil, o SIC (Sistema Integrado de Controle de plantas daninhas) é um desses sistemas MIED. O paraquat é pulverizado dentro de um dia em cada lado da emergência como acompanhamento a uma aplicação anterior de glifosato. Isso minimiza o risco de que as ervas daninhas não controladas pelo glifosato se tornem um problema e aumenta o período de controle de ervas daninhas de modo que apenas uma aplicação de herbicida seletivoDefinição Um produto químico usado para eliminar somente certos tipos de ervas daninhas (ou seja, ou as ervas daninhas gramíneas ou as de folhas largas). Referências e Recursos Confiáveis Online http://www.weeds.iastate.edu/ Uma inestimável fonte de informações contemporâneas sobre herbicidas e ervas daninhas da Iowa State University. pós-emergência é necessária, em vez de duas aplicações, como normalmente ocorre.
Em lavouras perenes como frutas, café, dendê e borracha cultivados em climas com abundância de luz solar, calor e umidade, as ervas daninhas prosperam. Elas competem com as culturas por espaço, água e nutrientes, sombreiam plantas jovens, e atrapalham as operações de proteção à lavoura e colheita. Todavia, se forem manejadas com eficiência, as ervas daninhas‘leves’ podem ajudar a minimizar a erosão do solo. Se forem removidas permanentemente por herbicidas como o glifosato, elas tendem a ser substituídas por reinvasão do terreno limpo por ervas daninhas nocivas que reduzem as safras da lavoura. Além de ter um modo de ação praticamente exclusivo (compartilhado apenas por seu análogo, o desidratante diquat), que ajuda a combater a resistência de ervas daninhas, o paraquat remove apenas as partes aéreas de ervas daninhas bem estabelecidas, permitindo que as mesmas cresçam novamente depois de 1-2 meses. Assim, as ervas daninhas leves podem ser controladas, mas não eliminadas.
Paraquat: Uma Base para Melhores Práticas de Manejo de Lavouras
O paraquat é usado para o controle de ervas daninhas em sistemas de lavoura de conservação, além de outros usos na agricultura, reduzindo a erosão do solo, melhorando a saúde do solo e evitando o desenvolvimento de resistência aos herbicidas geralmente usados, como o glifosato. Ao mesmo tempo, a qualidade da água é protegida, pois o paraquat é absorvido tão fortemente pelo solo que não consegue lixiviar. A biodiversidade é estimulada, pois o paraquat não age sistemicamente e nem residualmente no solo, permitindo, assim, que a vegetação cresça novamente a partir dos órgãos subterrâneos ou sementes para manter os habitats e estabilizar a estrutura do solo.
Referências
May, P H et al. (1993). Coffee and cocoa production and processing in Brazil (Produção e processamento de café e cacau no Brasil). Genebra: Conferência sobre Comércio e Desenvolvimento da ONU. UNCTAD/COM/17. 27 de agosto de 1993.
http://www.weedscience.org/Summary/UspeciesMOA.asp?lstMOAID=12&FmHRACGroup=Go
